Drone filma cratera “Porta do Inferno” onde a temperatura pode chegar a 1.000 graus Celsius

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O fotógrafo Alessandro Belgiojoso filmou a Cratera de gás Darvaza no Turcomenistão com um drone.

Se você visitar este lugar durante o dia, pode parecer que não é tão terrível e impressionante, só quando você se aproxima é que você pode observar as chamas.

Mas se você esperar até o crepúsculo ou a escuridão, uma imagem incrível aparecerá.

Descrição de Darvaz

Bem, vamos começar, Darvaza é uma cratera de gás localizada no território do Turcomenistão, a 266 quilômetros de Ashgabat, perto de um pequeno povoado chamado Darvaza.

Esse lugar costuma ser chamado de “o portão do inferno” ou “a porta do submundo”. O diâmetro da cratera de gás Darvaza é de cerca de 60 metros e a profundidade é de cerca de 20 metros.

Conhecida como Portão do Inferno, a cratera, com pelo menos 20 metros de profundidade, está queimando há mais de 40 anos. A temperatura às vezes chega a 1000 graus Celsius.

Como a cratera de gás Darvaza se originou?

A cratera apareceu em 1971, quando geólogos soviéticos descobriram um acúmulo de gás subterrâneo neste local. Ao perfurar um poço, os engenheiros encontraram uma cavidade subterrânea, ou seja, um vazio.

A terra desabou, formando um buraco com cerca de 60 metros de diâmetro. Para evitar que gases nocivos escapassem, os geólogos decidiram incendiá-la. Os geólogos presumiram que o fogo iria apagar em alguns anos, mas eles estavam errados.

Normalmente, o drone não é capaz de suportar as altas temperaturas, então o drone não chegou muito perto da cratera. Mesmo assim, as fotos e vídeos são impressionantes.

Você sabia que um explorador desceu nesta cratera?

O explorador canadense George Koronis se tornou a única pessoa que visitou o fundo do buraco de fogo na cratera de gás Darvaz e saiu de lá com sucesso.

Em 2013, a National Geographic Society financiou uma jornada de aventureiro para recuperar amostras de solo de uma cratera quente. A questão mais intrigante era se os microrganismos são capazes de existir em tais condições adversas.

Além de um traje à prova de fogo, o pesquisador usava um equipamento de Kevlar feito sob medida. Somente produtos feitos desse metal são capazes de suportar o calor da cratera.

Nas amostras obtidas por Coronis, os cientistas descobriram um tipo especial de bactéria que pode sobreviver com sucesso em altas temperaturas e com o mínimo de nutrientes. Esses microorganismos não são encontrados em nenhum outro lugar da Terra.

Os resultados são importantes não só para o conhecimento do nosso planeta. Os dados obtidos parecem animadores: as condições adversas não impedem o desenvolvimento dos organismos.

Vídeo:

 

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