Kepler, a NASA encontrou um planeta muito semelhante à Terra

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Por vários anos, os seres humanos tinham esperanças de encontrar vida em outro planeta e, mesmo com todo avanço tecnológico, nada foi alcançado. Todos nós sabemos que existem milhões de galáxias com várias estrelas e planetas, mas mesmo assim ainda não foi encontrado vida extraterrestre.

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Em 2009, foi lançado ao espaço o telescópio Kepler, que fazia parte do programa Discovery da Nasa, com o objetivo de descobrir planetas com tamanho e distância de sua estrela, semelhantes aos da Terra. Ele orbitou o Sol observando o universo a fim de descobrir novos mundos habitáveis. Ele chegou ao fim por falta de combustível, em 2018, mas mesmo assim Kepler nos deixou grandes descobertas que levarão anos para serem analisadas.

Kepler usou o “método de trânsito”, que consiste em procurar gotas de brilho que os planetas causam ao passar na frente das estrelas, medindo a curvatura da luz e suas mudanças periódicas.

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Durante nove anos, o telescópio identificou 2740 candidatos a exoplanetas, dos quais apenas 114 foram confirmados em 69 sistemas estelares. O número total de exoplanetas identificados pelo Kepler representa dois terços do número de exoplanetas descobertos até hoje, que é de 4100.

Após as analises de todos esses dados, os cientistas encontraram um planeta rochoso do tamanho da Terra que poderia ter água líquida e suportar a vida.

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A 300 anos da Terra, o exoplaneta Kepler-1649c envolve uma estrela anã vermelha, que está na chamada “zona habitável”. Ou seja, a uma distância perfeita da estrela para que ela não seja muito quente ou muito fria, e sua órbita dura 19,5 dias terrestres.

O exoplaneta tem um diâmetro de 6.753 quilômetros, é maior que o da Terra, que mede 6.371. Sabe-se que recebe 75% de luz de sua estrela, então a temperatura do Kepler-1649c pode ser semelhante o suficiente à do nosso planeta.

Um pequeno problema que as anãs vermelhas têm é que elas frequentemente lançam foguetes poderosos, especialmente em sua juventude, o que coloca em risco a atmosfera dos planetas que a orbitam.

Este tipo de estrela é muito comum no universo. Estima-se que 70% das estrelas da Via Láctea são anãs vermelhas. Então, é fácil imaginar que existem milhões de mundos muito parecidos com nosso planeta Terra e que poderiam abrigar vida humana.

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“Este mundo distante e intrigante nos dá ainda mais esperança de que uma segunda Terra esteja entre as estrelas esperando para serem encontradas.”, disse o administrador associado da Diretoria de Missões Científicas da NASA, Thomas Zurbuchen.

Ainda há muito o que descobrir no universo, mas a esperança de encontrar e trazer vida para outro lugar permanece intacta.

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